Categoria: Artigo
Data: 18/05/2026
“...José, filho de Davi, não temas receber Maria, tua mulher, porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo.” (Mateus 1.20)
José era um carpinteiro, da descendência do rei Davi, e estava noivo de Maria. Ambos estabelecidos em Nazaré. O anjo Gabriel foi enviado a Nazaré e apareceu a Maria, saudando-a e chamando-a de agraciada. Maria foi comunicada que seria a mãe de Jesus, o Filho de Deus, o herdeiro do trono de Davi. Maria perguntou como seria isso, pois era virgem. O anjo lhe explicou que desceria sobre ela a sombra do Altíssimo e ela conceberia por obra do Espírito Santo.
Encorajou-a, informando que sua parente Isabel, sendo estéril e de avançada idade, também havia concebido e arrematou: “Porque para Deus não há impossíveis em todas as suas promessas” (Lc 1.37). Na perspectiva humana, o anjo chegou tarde demais na casa de Zacarias e Isabel e cedo demais na casa de Maria. Porém, os planos de Deus não podem ser frustrados. Maria se tornou a mãe do Messias, o Salvador. Ela carregou em seu ventre o criador do universo. Ela amamentou aquele que é o autor da vida.
Maria, como serva de Deus, se alegrou no Senhor, seu salvador. Ela se dispôs a fazer a vontade de Deus e tem sido proclamada por todas as gerações como “bem-aventurada entre as mulheres”. A família de José e Maria nos ensina que para cumprir seus planos Deus usa pessoas humildes que, desprovidas de soberba, se colocam em suas mãos.