Categoria: Artigo
Data: 25/03/2026
“...no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória.” (1 Pedro 1.8)
O apóstolo Pedro, escrevendo às igrejas da dispersão, fala acerca da alegria indescritível para esses crentes perseguidos e dispersos pelo mundo. Essa alegria obviamente não pode advir das circunstâncias, que são medonhas. Essa alegria não pode vir das pessoas ao nosso redor, elas também estão enfrentando os mesmos dramas que nos atingem. Essa alegria não pode vir de dentro de nós, pois somos assolados pelo chicote das crises que nos emparedam.
Essa alegria não vem da terra; emana do céu, procede de Deus, vem do Todo-Poderoso! Essa alegria é indescritível porque mesmo sob o manto da dor, é exuberante. Não pode ser descrita por palavras, porque apesar das perdas, da desinstalação e da própria morte, seu estandarte é desfraldado. Oh, essa alegria indizível é o transbordamento do Espírito Santo.
É o gozo de Deus em nós. É a presença do onipotente em frágeis vasos de barro. É a visitação do céu a corações sedentos. É a chuva torrencial do Espírito à terra seca. É o derramar da graça em corações erguidos aos céus em plena submissão. Oh, essa alegria o mundo não conhece nem pode dar. Essa alegria o mundo, com toda a sua astúcia ou dureza, não pode tirar. Essa alegria vem de Deus e volta para Deus como tributo de corações que se rendem em adoração!