BIENAL SUL 2004

Data: 10, 11 e 12 de setembro de 2004
Local: Guarapuava
Mais informações
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PREÂMBULO

Foi com grande satisfação, e plena consciência das responsabilidades, que a Confederação Sinodal do Trabalho Masculino do Sínodo de Curitiba assumiu a organização da Reunião Bienal do Trabalho Masculino no Sul do Brasil.

Com efeito, o certame é da maior relevância, mormente porque é tempo de meditarmos acerca de tudo quanto temos feito em nossa vida cristã, e de como temos agido e interagido na vida das pessoas e da própria comunidade; como - e se - temos dado bom testemunho das Boas Novas em todas as esferas da vida, na comunhão com os irmãos, e o impacto que nossa fé provoca naqueles que ainda não se achegaram a Cristo.

Na verdade, tudo isso conflui num só ponto: é menos pelo falar e mais pelo agir que acabamos influenciando pessoas, cativando-as de forma a verem as maravilhas que o Senhor Jesus nos reservou.

É dentro desse contexto, que uma reunião que congregue todos os homens que se dedicam ao trabalho presbiteriano na região sul do Brasil ganha contornos de importância impar, eis que se traduz numa oportunidade de analisarmos com mais vagar a situação do País, da região sul, do Estado, e de cada particularidade que cada um destes entes apresenta, e quais os caminhos que devemos seguir, de forma a pregar o Evangelho e estender os limites de alcance, não apenas do Trabalho Masculino, mas também da própria Igreja Presbiteriana do Brasil como força atuante nos mais diversos recônditos deste sul do País.


A SEARA

A região sul, dentro do contexto de Brasil, é sem dúvida uma região privilegiada no sentido social e econômico. Nos três estados sulistas contam-se mais de mil municípios, com indicadores de níveis de pobreza, analfabetismo, mortalidade infantil, índice de desemprego, e outros referenciais que atestam uma qualidade de vida melhor que noutras regiões do país.

A despeito disso, quando confrontados os números levantados no sul do Brasil com os de países de primeiro mundo, percebemos que há muito por fazer; e nesse muito, a Igreja Presbiteriana também tem muito a contribuir.

Com efeito, desde os primórdios da Igreja Presbiteriana do Brasil, o binômio espiritualidade e educação sempre esteve presente, de sorte que não espanta o fato de, a par do templo, sempre existir uma escola a ministrar, além da Palavra de Deus, matérias que sempre vieram ao encontro da melhora dos níveis socioculturais dos seus membros.

Bem por isso a própria existência da Universidade Presbiteriana Mackenzie tem sido um referencial de educação em todo o País; e se isso nos dignifica, também nos infunde uma carga de responsabilidade, da qual, por óbvio, não estamos dispostos a abrir mão, mormente em conta de que o ensino da Palavra nos é claro: “crescei em tudo naquele que a cabeça, Cristo Jesus” (Efésios 4:15).

E é nessa toada mais que secular, que a Igreja Presbiteriana do Brasil busca pregar o Evangelho segundo a verdade inscrita na Palavra de Deus e viver segundo seu ordenamento, implementando trabalhos e políticas de ação através das instituições que fazem parte de sua cultura e de sua tradição, e que tem-se mostrando eficazes segundo a demanda que cada momento nos coloca.

Bem por isso, a visão que o Trabalho Masculino tem em relação à Região Sul é a de uma seara propícia, aguardando tão somente que arregacemos as mangas e nos dediquemos a pregar e testemunhar nessas terras, acerca do amor incondicional de nosso Salvador.


A IPB NO SUL DO BRASIL

Os dados procedentes do IBGE nos mostram que a região sul conta mil cento e oitenta e nove (1.189) municípios: Paraná, 399; Santa Catarina, 293; Rio Grande do Sul, 497; e uma população na casa dos vinte e cinco milhões de habitantes, para sermos exatos, 25.107.616; Paraná, 9.563.458; Santa Catarina, 5.356.360; Rio Grande do Sul, 10.187.798. Nestes três estados os dados procedentes da Secretaria Executiva do Supremo Concílio mostram a existência de cento e cinqüenta e seis igrejas (156); algumas de porte considerável, a exemplo da IPB Central de Londrina, e outras, que embora não tenham grande número de membros, têm demonstrado determinação na continuidade da obra.

As cento e cinqüenta e seis igrejas formam dezoito presbitérios, que por sua vez estão jurisdicionadas a cinco Sínodos: Vale do Tibagi, Integração Catarinense, Meridional, Norte do Paraná e Curitiba.

No que tange ao número de membros, as informações ainda não são precisas, eis que a própria Secretaria Executiva do Supremo Concílio não as têm em sua íntegra; contudo, é possível estimar algo em torno de oito a dez mil membros, os mais otimistas falam em vinte mil.

Ora, a aritmética nos diz tudo: 10.000/25.107.616=0,0003982; ou seja, os presbiterianos, no sul do Brasil, representam 0,039% da população; ou, 4 em cada 10.000 habitantes do sul do país.

Pois bem, ainda que admitamos que os dados possam conter alguma divergência, e que, na pior das hipóteses, não sejamos dez mil, mas vinte mil irmãos em Cristo na nossa denominação, ainda assim representaríamos 8 em cada 10.000. Em resumo, há uma seara enorme a ser trabalhada.

Mas, os números nos dizem mais; dizem também que existem verdadeiros desertos, nos quais a sarça ardente nunca se fez presente, mostrando que precisamos exercitar o “ide, fazei discípulos de todas as nações” de que falava o Senhor, a teor do que nos mostra Mateus 28, versículo 19.


O TRABALHO MASCULINO E A IPB

O Trabalho Masculino dentro da IPB está identificado no regime das sociedades internas, regidas pelos ditames do respectivo Manual Unificado.

A Resolução CE-SC/IPB-2004-DOC. LXII deixou clara orientação no sentido de que as sociedades internas devem ser estimuladas tanto no que tange às suas criações como operações em todos os níveis, eis que traduzem a própria identidade presbiteriana.

A rigor, a decisão do Supremo Concílio veio ao encontro da reiterada militância das lideranças do Trabalho Masculino em todos os seus níveis, firmes em sustentar que é da essência de nossa igreja a existência e operação das sociedades internas como elemento de sustentação e crescimento das igrejas, tomando a defesa não apenas do Trabalho Masculino, mas de Sociedades Internas como um todo.

Hoje, portanto, é pacífico o entendimento no sentido de que tais agremiações devem ser não apenas estimuladas, mas também – e principalmente – utilizadas como meios hábeis de implementação das políticas eclesiásticas no tangente ao crescimento, evangelização, e suporte nos trabalhos das igrejas.

E é com os olhos voltados a essa realidade que o Trabalho Masculino na Região Sul estabeleceu sua programação para a Bienal 2004.

BIENAL SUL 2004 – FUNDAMENTO BÍBLICO

Para aquele que é salvo em Cristo, não há como separar as atividades seculares das espirituais; na verdade, a vida do crente baseia-se nisso: viver nesse mundo segundo os princípios do amor incondicional que Jesus nos ensinou, e o corolário não poderia ser outro senão: “estamos nesse mundo para testemunhar, não apenas por palavras, mas principalmente, através de atos”.

A Comissão Organizadora, em resposta às orações oferecidas em prol do evento, obteve como resposta a indicação clara de que o trabalho deveria centrar-se na parte final do versículo 3 de Gênesis 12: “... e em ti serão benditas todas as famílias da terra.” E a essa revelação deu-se o nome: “O Legado de Abraão”, e este é o título da Bienal.

Ora, somos titulares dessa herança, que não nos chega por méritos, mas pela Graça de Deus, personificada na pessoa de Jesus, o Salvador.

E é tomando posse dessa Palavra que o Trabalho Masculino busca empenhar-se em ser benção a todas as famílias da terra, em especial, no sul do Brasil, para onde, por certo, nosso Deus nos designou a agir.


OBJETIVOS

Ainda que centrados no panorama de sociedade interna e, especificamente de Trabalho Masculino, em sede de União Presbiteriana de Homens, os alvos colimados pela Bienal dizem respeito à IPB como um todo.

Com efeito, os números nos mostram que há muito que fazer, não apenas em relação ao Trabalho Masculino, mas principalmente em termos de evangelização, missões, conversões; e nisso, não poderia a Regional Sul do Trabalho Masculino ficar inerte.

Por óbvio, ainda que a agremiação congregue homens que se inscrevem individualmente em suas UPHs locais, verdade é que o trabalho pede mais do que isso: pede o comprometimento do homem em trabalhos que produzam frutos abençoados. E, dado ao critério estrutural e organizacional da nossa igreja, a adesão à sigla é uma conseqüência natural, segundo o que estatui o Manuel Unificado.

Eis, portanto, a nível doméstico, o primeiro objetivo do evento: tornar claro a todos os homens da igreja, quais os planos, projetos e metas a que o Trabalho Masculino se propõe. Em segundo, demonstrar que o Trabalho Masculino e suas diversas agencias – locais, federações e confederações – são entes ativos na pregação do evangelho e na consecução de infra-estrutura que viabilize o trabalho das igrejas, pastores, missionários, conselhos, presbitérios e sínodos. Em terceiro, demonstrar que o Trabalho Masculino, através de suas agencias, é um sustentáculo do trabalho das sociedades internas. Em quarto, evidenciar que a IPB, como um todo, não só pode, como deve utilizar-se dessas agremiações como instrumentos poderosos de crescimento e implementação de políticas de trabalho.

No nível externo, o Trabalho Masculino tem como objetivo a evangelização mediante a pregação e o testemunho vincados no ensino de Tiago, 2:26: “Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta”. Em resumo, o testemunho do homem presbiteriano se faz também pelas obras, e é isso que o encontro de setembro também persegue: conscientizar o homem acerca dos papéis que desempenha na família, na igreja, na sociedade, na nação.


GUARAPUAVA

A escolha da cidade de Guarapuava como anfitriã do evento não foi escolha adrede. Com efeito, Guarapuava é praticamente o centro geográfico do Estado do Paraná, de forma que, de forma geral, a maior parte dos congressistas estaria eqüidistante, independentemente do meio de transporte escolhido.

A despeito disso, Guarapuava é um importante centro econômico e ponto de referência do presbiterianismo no sul do Brasil, destacando a existência de uma igreja centenária e outras tantas que serviram de berço a propagação da Palavra de Deus por toda a região.

A esses indicadores some-se o fato de que em Guarapuava há um forte envolvimento das igrejas com o Trabalho Masculino.


PLANO DE TRABALHO

O evento comportará três fases: a) abertura; b) seminários e c) encerramento.

Na primeira, na noite do dia 10 de setembro, o evento será aberto mediante a composição de mesa, onde as autoridades eclesiásticas representarão suas instituições, um culto será celebrado em intenção dos trabalhos a serem desenvolvidos.

A segunda fase compõe-se de quatro seminários, realizados dois a dois, na manhã e na tarde do Sábado, dia 11; sendo encerrada com culto solene. Na terceira fase, na manhã do dia 12, haverá a confluência dos seminários, e as oitivas das mensagem a serem trazidas pelos ministros e, finalmente, a santa ceia.

No tangente à abertura dos trabalhos, é certo que deverão vergar-se à liturgia adotada pelo Pastor da igreja anfitriã; no entanto, alguns pontos de relevo devem ser considerados, entre eles, o sincronismo entre as etapas.

Dentro desse contexto, a Comissão Organizadora recebeu a indicação do nome do Presbítero José Arnaldo Ferreira para atuar como Mestre de Cerimônias, dando ele partida ao início dos trabalhos, mediante a convocação da mesa; oração em prol dos trabalhos. Na manhã de sábado, 12 de setembro, o Mestre de Cerimônias convidará uma autoridade civil ou militar – provavelmente alguém indicado pelo Comando do 26º Grupo de Artilharia de Campanha – a desfraldar o pavilhão nacional, seguindo-se ao canto do hino nacional, na voz da solista Irmã Lucilene Machado Carlos. Finda esta etapa, o Mestre de Cerimônias entregará a direção dos trabalhos ao Reverendo Sérgio, Pastor da Igreja Anfitriã, que dará seqüência aos trabalhos, com a palavra do Secretário Geral do Trabalho Masculino, Presbítero Haroldo Peyneau.

Parêntesis para comentar sobre os seminários.
O evento de setembro próximo, antes de ser uma reunião de comunhão entre os irmãos em Cristo, é também um fórum onde as pessoas possam manifestar suas opiniões.

Com efeito, a viga mestra da IPB é o respeito à livre manifestação de vontades de seus membros; essência esta que notabiliza todos os níveis da estrutura organizacional da igreja. Noutra vertente, é fato reconhecido que o trabalho em equipe e a fluência de idéias produzem frutos duradouros e solidificam as instituições, e esse é um dos objetivos perseguidos no certame.

É daí que a Comissão Organizadora entendeu que o encontro deveria pautar-se justamente por isso: ouvir e ser ouvido; e essa equação passa pela necessidade de conhecermos os problemas, os anseios, os projetos, as lições, as opiniões, das mais diversas correntes.

Por óbvio, é uma atitude corajosa – como de resto a própria IPB o é – e que traz em seu bojo aquilo que nos é mais caro em nossa igreja: a convivência nas diferenças; algo que por sinal temos muito a ensinar.

Dentro desse quadrante, a realização de seminários, pautados pelos princípios de civilidade e organização que notabilizam a IPB; e a proposição de objetivos de crescimento sólido em relação à região sul do Brasil, pedem que pelo menos quatro temas venham à tona e sejam examinados sob todos os seus prismas, segundo a orientação de nomes consagrados do presbiterianismo.


SEMINÁRIOS E PRELETORES

Com vistas a essa realidade, quatro seminários esquadrinharão os temas:

  » O Papel do Homem na Família, na Igreja e na Sociedade;

  » Ética Cristã, na Prática;

  » Trabalho Masculino, Um Compromisso com a Evangelização;

  » Visão Missionária para o Sul do Brasil.


“ O Papel do Homem na Família, na Igreja e na Sociedade”, tema da maior importância dentro da igreja, tem tudo haver com a figura masculina atuando no sacerdócio e na liderança, no seio da família, na igreja, e o impacto que deve provocar na sociedade, em especial entre aqueles que ainda não se achegaram a Cristo. Este seminário terá como Preletor o Reverendo Francisco Creti Neto, Pastor da IPB Tarumã, Curitiba. O Reverendo Creti é psicólogo e psicopedagogo, e além de pastorear a IPB Tarumã é presidente do PTAR-Presbitério do Tarumã e integra a Comissão Executiva do Sínodo de Curitiba.

“Ética Cristã, na Prática” tem como Preletor um nome que dispensa apresentações, o Reverendo Oswaldo Hack, que além de profundo conhecedor da matéria, entre as muitas atribuições que desempenhou, uma delas foi a de Chanceler na Universidade Mackenzie. Hoje o Reverendo Hack e professor de Ética Cristã na Faculdade de Presbiteriana de Teologia (o “Presbiteriana” é uma permissão que o vice-presidente e subscritor adota na esperança de que efetivamente o termo se integre ao nome).

“Trabalho Masculino, Um compromisso com a Evangelização” vem dirigida por um nome que tem muito a ensinar, o Reverendo Osny Ferreira, da Igreja Presbiteriana Central de Londrina, cuja envergadura afiança a capacidade de seu Pastor.

“Visão Missionária para o Sul do Brasil” tem na pessoa do Reverendo João Getúlio Subjak o Preletor identificado com toda uma carreira de trabalho voltada para as duas nuanças a serem exploradas no seminário.


A DINÂMICA

Indiscutivelmente o time de preletores é de primeira grandeza; contudo, não há que se esperar que trabalhem sozinhos, mormente porque o que se pretende é uma dinâmica organizada. Dentro desse contexto, cada seminário contará, além do Preletor, um “Mediador” e um “Relator”.

O papel do Mediador é conduzir a fluência de questionamentos, perguntas e colocações, dentro de uma ordem que maximize o oportunidade de se discutir os temas em plenário.

O Relator terá fundamental importância, eis que a ele cabe resenhar tudo o que acontecer no plenário, de forma a que as opiniões e correntes confluam para relatório parcial a ser analisado na terceira etapa da reunião, a se realizar no Domingo, 12 de setembro, quando todos os Relatores lavrarão um documento que conterá as propostas procedentes dos seminários, intitulado “Proposta de Ação Efetiva para o Trabalho Masculino na Região Sul”.

Por evidente, aos Preletores deverão agregar-se Mediadores e Relatores de igual calibre, entre os muitos de que, com a graça de Deus, conta a IPB. É importante que as UPHs, Federações, Confederações, igrejas, Presbitérios e Sínodos sugiram nomes e que estes se proponham a trabalhar com afinco neste evento, que pretende ser divisor de águas.

A AGENDA DO PRESIDENTE

O evento deverá contar com a presença do Reverendo Roberto Brasileiro da Silva, Presidente do Supremo Concílio da IPB. A expectativa é de que o honrado Ministro traga a sua mensagem na noite de sábado, 11 de setembro, ou, em situação diversa, ministre a santa ceia, ao final dos trabalhos, na manhã de domingo 12 de setembro.

DOMINGO, 12 DE SETEMBRO

No último dia do encontro, os trabalhos serão abertos pelo Pb. Adonias Campos, que, ministrando a Palavra, convocará os relatores a apresentarem as suas conclusões, e na seqüência, em conjunto, elaborarão o documento “Proposta de Ação Efetiva para o Trabalho Masculino na Região Sul.”

Findo os trabalhos, a Santa Ceia encerará o certame, liberando os congressistas para o almoço e despedidas.


CUSTOS E SERVIÇOS

A cidade de Guarapuava conta com excelente infra-estrutura hoteleira, de sorte que entre os hotéis que a Comissão procurou estabelecer contato, três mostram melhores condições de conforto e competitividade de preços, são eles, o Hotel Atalaia, o Kuster Hotel, e o Hotel San Marino.

A generosidade do povo de Guarapuava, sonante com a proposta do Presidente da CSTM-Curitiba, Pb. Romildo Nunes Ferreira, produziu um prodígio da hospitalidade, eis que os irmãos, membros das igrejas que nos recepcionam, colocaram suas casas e instalações em colégios à disposição daqueles que irão a Guarapuava, fato que modificou completamente a equação de custos, de sorte que hoje, para participantes individuais, o custo é de R$ 51,00 e, na bem esperada hipótese do irmão levar sua senhora, o custo para o casal é de R$ 81,00. Nesses valores estão incluídos o café da manhã de sábado, almoço, lanche e jantar, bem como o café da manhã e almoço de domingo.

Em resumo, o preço não se torna obstáculo à presença maciça ao evento.

As despesas de transporte deverão ser equacionadas ao nível de federações, sinodais, ou mesmo das UPHs locais.

As reservas devem ser feitas junto ao Tesoureiro do evento, Diácono Ogilson Cláudio Gonçalves Cordeiro, que atende pelos fones (0xx41)-385-6598; (0xx41)-336-1973 e (0xx41)-9156-5743. As formas de pagamento também devem ser analisadas com o tesoureiro.


FORMULÁRIO PARA RESERVA

A ficha de inscrição segue no apêndice deste caderno e é de fácil preenchimento.


EQUIPES DE TRABALHO

Não há como conceber um evento sem que equipes coesas trabalhem com o objetivo único de proporcionar aos congressistas a excelência em atendimento.

Na verdade, ainda que todo o nosso trabalho tenha como fito o crescimento na Palavra de Deus, não devemos nos esquecer que o próprio Senhor Jesus nos disse: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Ora, que nosso amor pelo próximo não seja apenas um exercício de palavras, antes, atitudes concretas demonstrando que até mesmo através do trabalho nosso amor se revela, mostrando uma fé viva e verdadeira.

Nessa toada, quatro equipes estão formadas e em plena atividade, quais sejam:

  » Comissão organizadora:
  Pb. Romildo Nunes Ferreira
  Pb. Emmanuel Augusto de Oliveira Carlos
  Pb. Raulino Bordim
  Dc. Ogilson Cláudio Gonçalves Cordeiro

  » Preletores:
  Rev. Francisco Creti Neto
  Rev. Oswaldo Hack
  Rev. João Getúlio Sobjak
  Rev. Osni Ferreira

  » Ministros
  Rev. Sérgio Paulo de Lima
  Rev. Roberto Brasileiro da Silva
  Pb. Haroldo Peyneau
  Pb. Adonias Campos
  Pb. Benaí Augusto de Souza

  » Cerimonial:
  Pb. José Arnaldo Ferreira
  Ir. Lucilene Machado Carlos

  » Vigília e Intercessão
  Rev. Jorge Henrique César
  Pb. Waldir
  Pb. Izaias

Outras equipes precisam ser formadas, quais sejam:
    » Mediadores
    » Relatores
    » Mídia
    » Apoio

A Equipe de Recepção está sendo montada pelo Reverendo Sergio Paulo de Lima.

E O TRABALHO CONTINUA...

De agora até o dia da abertura dos trabalhos conta-se um mês e meio; há muito que fazer, mas prosseguimos na toada do hino que nos diz “Os que esperam no Senhor renovar-se-ão ... crescerão em vigor ... subirão até as alturas ...”.

Que o Senhor nos abençoe nesta obra.

Emmanuel Carlos
CSTM-Curitiba
Vice-presidente
Pela Comissão Organizadora

 




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