XXXVI REUNIÃO DO SUPREMO CONCILIO
RELATÓRIO DA COMISSÃO XIII– EXAME DOS RELATÓRIOS DOS CONSELHOS E COMISSÕES ESPECIAIS

QUESTÃO MAÇÔNICA - Havendo muitos oradores inscritos para esta questão, o Presidente solicita que prioritariamente falem 5 irmãos a favor e 5 irmãos contra o documento da Comissão alternadamente e depois o restante. Alguns oradores apresentam substitutivos ao documento da Comissão. Após um tempo onde os oradores a favor e contra se alternaram na tribuna, o Presidente convida o plenário para um momento de oração buscando de Deus a melhor solução para a questão. Após este tempo alguns oradores retiraram seus substitutivos e o Presidente conclama o plenário a votar com consciência e temor de Deus, deixando de lado as polarizações, mas que cada um pensasse no bem da Igreja e no melhor para o Reino de Deus.

SC-IPB-2006 Doc. CIV - Quanto aos Docs. 06, 07 e 08 - SUBSTITUTIVO
- O SC/IPB-2006 quanto ao documento 06 - do Presbitério de Montes Claros, solicitando se mantenha a decisão SC-IPB-2002 CXCVIII sobre a maçonaria; 07 - proposta do Presbitério de S. Vicente para que o Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper proceda avaliação e apresente parecer sobre a questão maçônica; 08 - relatório da Comissão Permanente para estudos da mesma matéria; Considerando que, 1. Não obstante a maçonaria não seja uma religião de direito, conforme a cosntituição maçônica, é uma religião de fato, segundo dois terços de seus mais ilustres expositores; 2. O Grande Arquiteto do universo é uma divindade vaga como um rótulo em branco onde voce pode preencher com Jeová, Alá, Shiva, etc; e por isso não pode aplicar-se ao Deus Soberano, Triúno e Santo; 3.- Jesus, nosso Redentor, não é o mediador segundo a doutrina maçônica, pois todas as orações feitas na loja não são endereçadas a Deus por meio de Jesus; 4. A salvação da maçonaria é obtida pelos odres uma vez que os maçons são aperfeiçoados pela prática de ensinos filosóficos dessa restrita instituição. Assim os maçons são aperfeiçoados pelos seus esforços e entram no céu por serem bons maçons e não mediante a obra redentora de Cristo; 5. A esperança da vida futura não é baseada na obra expiatória de Cristo, consequentemente o maçon entra na bem aventurança eterna, na loja celeste. Mesmo sendo um idólatra ou espírita conquanto que seja um bom maçon; 6. A unidade crsitã é ferida, uma vez que crentes em Cristo entram em profunda comunhão iniciática com aqueles que negam o santo Evangelho de Cristo, contrariando assim o que preceitua a Segunda Epístola aos Coríntios, capitulo 6:14-20; 7. A Bíblia é usada contra a própria Bíblia, nos rituais maçônicos, pois, não passa de uma mera peça ou símbolo sem jamais ser considerada como a única regra de fé e prática. Exemplo disso é o uso do Salmo 133 para enfatizar a união dos irmãos maçons mesmo quando essa união é feita de crentes, idólatras e até feiticeiros.; 8. Há ritos iniciáticos que ferem a consciência cristã, quando crentes dizem vir das trevas para a luz, fazendo parâmetros temerários diante daquele a quem chamam "veneravel"; 9. A participação dos irmãos em Cristo na maçonaria tem sido motivo de escândalo e tropeço para muitos neófitos; 10. Por amor do Senhor da Igreja e sua noiva todos os crentes devem renunciar a tudo aquilo que seja estorvo para si e para os outros uam vez que a base da ética é o amor. O SC resolve: 1. Afirmar a incompatibilidade entre algumas doutrinas maçônicas, como as retromencionadas com a fé crsitã. 2. Determinar a não recpeção de membros a comunhão da Igreja de pessoas oriundas de maçonaria sem que antes elas renunciem à confraria. 3. Não eleger nem ordenar ao oficialato de Igreja aqueles que ainda estão interessados na maçonaria. 4. Orientar com mansidão e amor aos irmãos maçons a, por Cristo e sua Igreja, deixarem a maçonaria. 5. Tratar o máximo amor e respeito aqueles que ainda estão na maçonaria para que seu desligamento seja feito com esclarecimento do Espírito mais do que por coerção ou constrangimento. Sala das Sessões 21/07/2006