Maes de joelho filhos de pe. Daqui a pouco, 8h no Verdade e Vida com Hernandes D Lopes, na ipbtv. http://t.co/WKAg4iDj http://t.co/KvfPMjRW
| O lado B do BBB |
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Reflexões cristãs e teorias sobre o assunto são discutidas em um espaço apropriado para opiniões
A Apecom, Agência de Evangelização e Comunicação, inaugurou uma nova seção em seu portal: "O lado B do BBB".
O assunto “Big Brother Brasil”, programa que divide opiniõe dentro de igrejas, agora tem um espaço para reflexões cristãs, acerca do conteúdo que é passado e os valores que são esquecidos ou ignorados.
Nesse espaço, o internauta pode interagir com os colunistas, deixando sua opinião ou fazendo perguntas, gerando um ambiente de discussões saudáveis sobre um assunto que deixa muitos cristãos sem respostas quando questionados.
Rev. Robinson Granjeiro é psicólogo, e foi convidado pela Apecom para escrever especialmente sobre o assunto. Para ele, o programa é um clichê que utiliza sempre os mesmo perfis, tentando prender a atenção dos telespectadores com rostos diferentes, mas que mantêm um “papel” parecido com os participantes de edições anteriores.
De hora em hora, rev. Robinson fala na radio web IPB, explorando o assunto. O ouvinte pode entrar em contato para opinar, acessando o blog www.ipb.org.br/bbb |
comentários
O correto seria ninguém assistir, mas sabemos que a carnalidade aflora na natureza humana.
Resta-nos orar e pedir ao SENHOR que nos proteja de toda essa obra maligna exposta tão escancaradament e às famílias.
A medida q as edições foram acontecendo, já n tinha tanta curiosidade, mas ainda assim assistia.
Em 2011 já n me chamava tanto a atenção por perceber q aquelas pessoas estavam ali p mais q 1,5milhões.
Neste ano já n tenho mais interesse. Vi uns minutos e já percebi a inutilidade e a minha perca de tempo diante da televisão, já q posso fazer outras coisas tão melhores nesta hora.
Alguns me perguntaram, já q sou missionária, o q achava da participação de cristãos neste programa... Disse q cada um tem discernimento p decidir sobre o q quiser, mas com minha orientação diria p n ir, pois a exposição e as consequências n deveriam ser positivas. Logo de início há um contrato q diz q eles terão de se submeter a exposição fotográfica de maneira n aceitável a conduta cristã.
Isto é o mínimo diante da invasão total da vida de cada participante.
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