JESUS, O GRANDE EU SOU


O grande escritor irlandês C. S. Lewis disse certa feita acerca de Jesus: você só tem três opções em relação a Jesus: ou ele é um mentiroso, ou ele é um louco, ou ele é Deus. Se ele não é quem ele disse ser, ele é um mentiroso; se ele não é quem ele pensou ser, ele é um louco; mas se ele é quem ele disse ser, então ele é Deus. Foi Jesus Cristo quem disse: antes que Abraão existisse, EU SOU. É claro que Abraão viveu dois mil anos antes de Cristo, e ele está dizendo que antes que Abraão viesse ao mundo ele já existia. Esta expressão que Jesus usou, EU SOU, é o nome de Deus revelado a Moisés, lá na sarça ardente, no Sinai, que é o verdadeiro nome de Deus, o nome Yahweh, o nome Javé, de onde vem a palavra Jeová, pois Jesus é o Jeová do Velho Testamento. João, que escreveu este evangelho que estamos citando, escreveu no final do primeiro século, depois que os demais apóstolos já estavam mortos pelo viés do martírio, num período em que a fé cristã estava sendo atacada pelo gnosticismo, para defender a divindade de Cristo. Quando ele diz EU SOU o que SOU, ou antes que Abraão existisse EU SOU, ele está dizendo que ele é o verdadeiro Deus, que ele se encarnou para revelar-nos Deus. E neste evangelho de João, Jesus deixa isso claro de sete formas diferentes, ou sete expressões diferentes, por exemplo: